O primeiro tiro a gente nunca esquece

Nunca tomei um tiro. Meu irmão, sim, no assento do motorista ao meu lado, o carro na frente de casa. Assalto sem anúncio, irrompido com o estrondo da bala. Entendi quando vi sangue escorrer pelo seu pescoço. Meu primeiro tiro aconteceu na adolescência. Por sorte e privilégio, nunca presenciei um segundo tiro.
Leia mais (10/21/2026 – 21h56)

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